“Na Amazônia, a gente tem o predomínio de Plasmodium vivax, para o qual a quimiprofilaxia é pouco efetiva. Então, de fato, não se recomenda a quimioprofilaxia de rotina para morador de área endêmica, principalmente para um adulto jovem saudável”, explica Luana Araújo, médica especialista em doenças infecciosas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).










