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Por que setembro não é o sétimo mês? A história por trás do “erro” no calendário

Se você foi uma daquelas crianças curiosas que questionavam tudo, já deve ter reparado. Setembro vem de setembro (7), outubro de outubro (8), novembro de novembro (9) e dezembro de dezembro (10) — ainda assim, os meses ocupam a 9º, 10º, 11º e 12º posição no calendário anual, respectivamente. Como pode? Houve algum erro de tradução? Alguém contou os meses errado? A resposta para essa dúvida está na (longa) história do calendário romanoque ficou em vigor até a adoção do calendário gregorianoem 1582.

A resposta rápida para esse mistério é que as sucessivas reformas políticas e religiosas trocaram algumas vezes a data de início oficial do ano — no sistema romano original, setembro, outubro, novembro e dezembro eram, de fato, o 7º, 8º, 9º e 10º mês do ano.

Conheça um pouco da história por trás da criação do calendário como o conhecemos, e a razão pelos nomes “errados” dos últimos quatro meses do ano.

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Primeiro calendário e primeira reforma

Segundo a tradição romana, o primeiro calendário de Roma, cuja autoria é atribuída ao lendário Rômulo (771-717 a.C.), por volta de 738 a.C., tinha 10 meses (304 dias), começando em março e terminando em dezembro. O inverno (parte de dezembro, janeiro e fevereiro, no hemisfério norte), era visto como um período “morto”, sem atividade agrícola ou grandes acontecimentos na agenda política. Portanto, janeiro e fevereiro não eram nem considerados direito para serem nomeados oficialmente.

Nesse sistema, março (Márcio), inaugurava o ano em honra a Martedeus da guerra, marcando a retomada das campanhas militares, seguido de abril (abril)maio (Principal) e junho (Júnio). Estes três têm suas etimologias discutidas entre os especialistas, mas as mais aceitas são que abril vem de abrirlatim para abertura, em referência ao início da primavera; maio de Maiadeusa das plantas e mãe de Mercúrio; e junho de Junodeusa do casamento e do parto.

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Depois de abril, porém, os romanos apenas numeraram os meses: Quintis (5º), sextil (6º), e então Setembro, outubro, novembro e dezembrocorrespondendo às posições 7º, 8º, 9º e 10º.

E assim ficou o calendário por algumas décadas, até que em 700 aC, no reinado de Numa Pompílio (753-673 a.C.), o segundo rei de Roma, janeiro e fevereiro foram adicionados ao calendário para aproximar os meses do ano aos ciclos lunares.

Janeiro (Janeiro) e fevereiro (Fevereiro) foram batizados referenciando o deus Janoprotetor das entradas e saídas, e Fevereiroritual de purificação para honrar os mortos e afastar os maus espíritos feito nessa época do ano, respectivamente.

Na tradição popular e religiosa, porém, março ainda era visto como o mês inicial e as festividades e rituais seguiam as datas estabelecidas outrora. Essa confusão era ainda mais acentuada pelo fato de que de tempos em tempos, em geral a cada poucos anos, havia a necessidade de ter um 13º mês (o Intercalar ou Mercedônio) para compensar os dias faltantes em cada ano.

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Segunda reforma: calendário juliano

Reprodução em grande formato de um calendário romano pré-juliano, o Fasti Antiates Maiores, com os meses e dias organizados em colunas verticais e letras vermelhas sobre fundo claro, exposta em vitrine no Museu do Teatro Romano de Caesaraugusta, em Zaragoza, Espanha.
Reprodução do calendário de Anzio, um calendário mural anterior à reforma de Júlio César, exibida no Museu do Teatro Romano de Caesaraugusta, em Zaragoza (Wikimedia Commons/Reprodução)

Entre 46 e 45 aC, uma segunda reforma no calendário romano foi feita, desta vez ordenada por Júlio César (100-44 a.C.). Matemáticos foram convocados pelo imperador para ajustar de vez a duração dos meses e seguir o ciclo solar em vez do lunar, eliminando a necessidade de um 13º mês a cada três anos — nascia assim o ano de 365 dias.

Nesse processo, Quintilis e Sextilis foram rebatizados como Júlio e Augustoem homenagem ao próprio Júlio César e ao imperador Augusto (63 aC-14 dC), fundador do Império Romano, e também nome do filho adotivo de Júlio César. Para alinhar os dias de acordo com o novo calendário, César extendeu o ano vigente para ter 445 dias, para

A ordem agora era: Januarius, Februarius, Martius, Aprilis, Maius, Junius, Julius, Augustus, September, October, November e December. Ou seja, apesar da reorganização, os nomes dos últimos quatro meses se mantiveram.

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A essa altura, eles já estavam enraizados na vida administrativa, religiosa e cultural de Roma. Mudar seus nomes significaria reescrever leis, registros, festivais e documentos oficiais — algo considerado desnecessário e impraticável.

E antes da reforma de Júlio César, janeiro já havia passado a ser gradualmente reconhecido como o início oficial do ano, especialmente após 153 a.C., quando os cônsules romanos começaram a assumir seus cargos nesse mês.

O calendário gregoriano

Retrato de meio corpo de um papa idoso, sentado em uma cadeira ornamentada, vestindo batina branca e manto de veludo vermelho com barrete papal, segurando um papel em uma mão e um lenço na outra, diante de cortina verde escura, em pintura renascentista atribuída a Lavinia Fontana.
O papa responsável pela adoção do calendário gregoriano em 1582 (Wikimedia Commons/Reprodução)

A próxima, e definitiva, reforma no calendário viria apenas depois de muitos séculos. O calendário juliano, embora mais preciso que seus antecessores, acumulava um pequeno erro: o ano solar real é cerca de 11 minutos mais curto do que o calculado pelos matemáticos de Júlio César.

Ao longo do tempo, esse descompasso fez com que datas astronômicas importantes, fossem se deslocando gradualmente no calendário. O equinócio da primavera, por exemplo, estava 10 dias antecipado ao fenômeno real.

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Em 1582, então, o papa Gregório XIII (1502-1585) promoveu uma nova reforma, criando o calendário gregoriano, em vigor até os dias de hoje.

A solução foi dupla: eliminar dez dias do calendário para corrigir o atraso acumulado ao longo dos séculos e estabelecer a criação dos anos bissextos, tornando o sistema mais fiel ao movimento da Terra ao redor do Sol. Mas nada de mudar os, já tão estabelecidos, nomes de cada mês do ano. Setembro, outubro, novembro e dezembro ficariam “errados” mesmo.

Assim, nos país que adotaram imeditamente o calendário do papa Gregório, o dia 4 de outubro de 1582 foi seguido diretamente pelo dia 15 de outubro de 1582. A Inglaterra só foi adotar o calendário quase dois séculos depois, em 1752, quando removeu 11 dias do calendário vigente para se sincronizar com o gregoriano. A Rússia e a Grécia migraram somente no século 20.

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